Estudantes mostram que
entendem o recado do
projeto
Planeta Água
Peça teatral
e oficinas serão levadas até dia 12 no Poliesportivo
Gabriel Rodrigues
Correa, de 7 anos, mostrou que compreendeu a mensagem. Diante da
indagação "O que a peça quis dizer?", respondeu de pronto: "Que é
para defender a natureza". Ele é aluno do 1º ano C da Unidade
Municipal de Ensino (UME) Pará, cuja classe assistiu à encenação
em que é narrada a trajetória de Analu, na sua busca pela fonte de
água pura e cristalina. A platéia é chamada a interagir o tempo
inteiro, e inclusive individualmente convidada a subir ao palco.
Gabriel também foi um dos que levantaram do lugar, gargalharam e
levantaram uma das mãos, várias vezes, para arriscar palpites.
Ele esteve na manhã
desta segunda-feira, dia 3/12, no auditório lotado da tenda de
10x30 metros, montada no Centro Educacional e Poliesportivo
Roberto Dick. O local sedia de 3 a 7 e de 10 a 12 de dezembro, com
apoio da Prefeitura (por meio das secretarias municipais de
Educação; Meio-Ambiente; Esportes e Lazer; Cultura e Turismo),
atividades ecológicas do projeto Planeta Água Mata Atlântica e
Paisagens . As sessões têm início sempre às 9 e às 14 horas.
A promoção é de Antonio Bellini Editora & Cultura , com o
patrocínio da MRS Logística, pela Lei Rouanet, de
incentivo à cultura.
A programação, além
de bate-papo e exibição de vídeo, num outro ambiente inclui
oficinas para estudantes. Uma delas, a partir da representação da
mata atlântica, utiliza peças de sisal e de plástico reciclado.
Trata da reconstrução lúdica de florestas e cachoeiras. A outra
também usa representações, desta vez de casas e de elementos
urbanos, e prevê a construção, pelas crianças, de uma "cidade
ideal" em torno de uma linha férrea.
Escolas - A presença
de 1.600 crianças de ensino fundamental, com até 12 anos de idade,
já foi agendada para todos os dias por meio do Núcleo de Educação
Ambiental (NEA) da Prefeitura. Além da UME Pará, são as demais
escolas incluídas na programação dos próximos dias: Padre Antonio
Olivieri; Antonio Ortega Domingues; João Ramalho; Almerinda de
Carvalho; D. Pedro I; Ulysses Guimarães; Elza Silva Santos; Luiz
Pieruzzi Neto; Santa Catarina; Manoel da Nóbrega e Luiz Gustavo de
Lima.
A professora do NEA
Maria Lúcia Lopes, que deverá acompanhar todos os grupos de
alunos, auxiliada por estagiários de seu setor, disse ter
escolhido as escolas a serem contempladas pelas atividades de
acordo com a proximidade de suas sedes com a via férrea que corta
Cubatão. Isso porque o texto da peça abrange educação para o
trânsito férreo, tendo como personagens um maquinista e como
elemento de cena uma maria-fumaça estilizada.
O projeto tem criação
artística, direção, dramaturgia e produção de Gisela Arantes,
contando com os atores arte-educadores Henrique Keller Polli, Josi
Lopes, Michelle Martins e Miguel Bretas; direção de arte de Silvio
Galvão; oficina de arte de Vera Patury; projeto cultural e
administração por Tânia Regina Guertas; fonte d'água preparada por
Shiyozi Izuno e Julio Ayres; trilha sonora original de Marco
Boaventura e Gustavo Bernardo; locução de Pascoal da Conceição.
Participam ainda o
criador gráfico Carlos Baptista e seu assistente André Alves
Grosso; no vídeo institucional, Gisela Arantes e Lincoln
Yoshihashi; na assistência de produção, Alexandre Monzem; na
montagem e operação técnica André Silva Alves; e como assistentes
técnicos e de montagem, José Carlos Ladislau da Silva e Antonio
Pádua Soares. A consultoria ambiental é de Antonio J. de Araújo,
Orlando Bazito e Anary Priscila Monteiro Egydio.
Departamento de
Imprensa - 3 /12 /2007
2007.12.3 Semam Seduc Planeta Água – CR – Zanza 6
Fotos: Carlos Moura/Depto. de
Imprensa/PMC >FOTO
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