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Opinião 14 -
Ano
de eleição, cidade poluída.
Em
toda eleição, a população cubatense passa por um processo de
desrespeito, e nesta não poderia ser diferente. A poluição visual,
sonora e residual, contamina o eleitor diariamente e sem nenhuma
fiscalização.
A
moda agora são os tripés e cavaletes com a publicidade dos
candidatos. Os objetos são colocados nas ruas e calçadas de modo que
possam ser vistos pela população.
Até
ai nada de errado! Todo candidato pode sim ter sua estratégia de
marketing e propaganda, porém não deve em hipótese alguma impedir o
fluxo de pessoas nas ruas e avenidas
Além
das placas (cavaletes) atrapalharem os pedestres que são obrigados a
desviar das mesmas, muitas estão caídas no chão por causa do vento,
ocasionando tropeços ou algo mais grave. As bandeiras são outro
motivo de caos, mal utilizadas pelos seus portadores, que não
prestam o mínimo de atenção, causam transtorno e incomodo.
As
propagandas em papel (santinhos, folhetos e jornais), são jogadas
nas garagens, quintais, ruas, calçadas e caixas de correios, enfim
papeis que se torna um resíduo, que vão parar nas galerias e esgoto
dos bairros.
Sem
contar os carros de som contratados pelos candidatos, que começam a
transitar cedo demais indo até altas horas, causando desconforto e
agressão para aos cidadãos que trabalham em regime de turno no pólo
industrial.
Em
minha opinião se o candidato não se atentou para estas causas, com
certamente deveria buscar soluções menos agressivas para conquistar
o voto do eleitorado cubatense.

Veja algumas fotos
que falam por si:

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Página
atualizada em setembro de 2006 |
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